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Novos Artigos
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Título Autor

Gravidez na Adolescência e Abortamento

Dr. Ney Costa

Prevenção da Prematuridade

Profa. Dra. Maria Amélia de Rolim Rangel

Fluxograma de grávida HIV soropositiva

Fátima Madruga

Fator Peritoneal em Infertilidade

João Benedito de Figueiredo Vinagre

Prevenção da Mortalidade Materna

Jacob Arkader

Propedêutica da Infertilidade Imaginologia

Dr.Pedro Cordeiro



Enviado por dinho em Thursday, October 25 @ 21:30:35 BRST (34 ler)
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Conseqüências Biopsicossociais da Aids na Qualidade de Vida de pessoas soroposit
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Conseqüências Biopsicossociais da Aids na Qualidade de Vida de pessoas soropositivas para o HIV.

Bio-psychosocial consequences of AIDS on the quality of life of HIV serum-positive persons.

MS. Alessandra Ramos Castanha1 – Universidade de São Paulo – Ribeirão Preto-SP 
Dra. Maria da Penha de Lima Coutinho2– Universidade Federal da Paraíba 
Dra. Ana Alayde Werba Saldanha3 – Universidade Federal da Paraíba 
Josevânia da Silva Cruz de Oliveira4 – Universidade Federal da Paraíba 

Endereço:
Alessandra Ramos Castanha
Rua Bernardo Gabriel, 88 - Apto.101- Imbiribeira
Recife-PE.
Cep: 51.170-380
Fone/Fax: (81) 3339-0974
e-mail: alecas@bol.com.br

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: RESPONSABILIDADE CIVIL DO MÉDICO PLANTONISTA E DO MÉDICO RESIDENTE
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Autor Neri Tadeu Camara Souza
Advogado e Médico

A atividade médico-hospitalar vem cada vez mais sendo alvo de postulações, em juízo, de indenizações por danos causados aos pacientes. Neste cenário das instituições de saúde duas categorias de profissionais da área médica desempenham, pela sua presença quotidiana nos hospitais, importância apreciável pela possibilidade de, com sua atuação em atos médicos, participarem dos atendimentos que venham a causar dano aos pacientes. São os médicos plantonistas e os médicos residente, entendidos estes, no escólio de Sílvia Waltrick Bernardi, como: “Médicos plantonistas: são médicos que tão somente trabalham em regimes de plantão de 12, 24 ou 48 horas no estabelecimento hospitalar, não compondo o Corpo Clínico do estabelecimento, muito menos fazendo parte das equipes médicas regulares.
Médicos residentes: São médicos recém-formados que estão em aprendizado de especialidade no atendimento hospitalar. Compõe as equipes médicas, mas têm necessariamente a orientação de um preceptor, podendo agir sem ele em casos em que for evidente a desnecessidade da presença daquele.” (RESPONSABILIDADE DA PESSOA JURÍDICA FRENTE AO ERRO MÉDICO. Obra disponibilizada na Internet por meio do Boletim Paulista de Direito, www.bpdir.com.br, em http:://usuarios.cmg.com.br/~bpdir/nartigo_61.htm, acesso em 15/12/2000).

Enviado por dinho em Wednesday, August 08 @ 19:31:25 BRT ( ler)
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: As creches e pré-escolas e as doenças transmissíveis
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As creches e pré-escolas e as doenças transmissíveis As creches e pré-escolas e as doenças transmissíveis
doi:10.2223/JPED.1649
Maria M. M. NestiI; Moisés GoldbaumII
IMestre. Médica pediatra, Serviço de Epidemiologia Hospitalar, Núcleo de Informação em Saúde, Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), São Paulo, SP IIDoutor. Professor, Departamento de Medicina Preventiva, Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo (USP), São Paulo, SP. Pesquisador 2, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
Correspondência
Resumo
OBJETIVO: Descrever o aumento do risco para aquisição de doenças infecciosas associado ao cuidado da criança fora do domicílio e a efetividade das medidas de controle para a prevenção da transmissão de doenças nas creches e pré-escolas.
FONTES DOS DADOS: Revisão das bases de dados MEDLINE, LILACS e Cochrane Library, através dos descritores creches, infecção, controle de infecção e doenças infecciosas, focalizada em estudos que comparam o risco de doença infecciosa em crianças cuidadas dentro e fora de casa, associam o risco às características do cuidado fora de casa e avaliam a efetividade de medidas de prevenção.
SÍNTESE DOS DADOS: As crianças cuidadas em creches ou pré-escolas apresentam risco de adquirir infecções aumentado em até duas a três vezes, com impacto na saúde individual e na disseminação das doenças à comunidade. O risco está associado, entre outros fatores, às características das creches, e medidas de prevenção simples são efetivas para diminuir a transmissão de doenças. Entre estas, recomenda-se: lavagem apropriada das mãos após exposição; utilização de precauções padrão; rotina padronizada para troca e descarte de fraldas usadas, localização e limpeza da área de troca, limpeza e desinfecção de áreas contaminadas; uso de lenços descartáveis para assoar o nariz; funcionários e área exclusivos para a manipulação de alimentos; notificação das doenças infecciosas; treinamento de funcionários e orientação dos pais.
CONCLUSÕES: Diante da utilização crescente de creches e pré-escolas e da associação com risco aumentado de adquirir infecções, medidas de controle são imprescindíveis para a prevenção e controle das doenças transmissíveis.
J Pediatr (Rio J). 2007;83(4):299-312: Creches, infecção, controle de infecção, doenças infecciosas.

Enviado por dinho em Wednesday, August 08 @ 19:19:39 BRT ( ler)
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PAPEL DO EMBRIÃO NO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO
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As baixas taxas de implantação encontradas na literatura mundial podem ocorrer por vários fatores. Esses fatores que contribuem para que ocorra a gravidez podem ser agrupados em fatores dependentes do embrião, fatores uterinos e fatores dependentes da técnica de transferência embrionária.
Apesar das técnicas de reprodução assistida de alta complexidade estarem permitido o estudo das fases iniciais do desenvolvimento embrionário, o processo de implantação embrionária apresenta muitos pontos obscuros. Aumentar as taxas de implantação por embrião transferido tem sido sem dúvida, o maior desafio da Medicina Reprodutiva. Para que isso ocorra é necessário que haja uma boa qualidade embrionária (onde a melhor fase embrionária e classificação embrionária são muito importantes) e um bom preparo endometrial (receptividade uterina, controle com ultra-som e suporte da fase lútea).
O embrião é capaz de se fixar em diferentes locais de superfície e em variados ambientes, já o endométrio aparentemente é mais seletivo, permitindo a implantação somente dentro de um breve período de tempo, é o que chamamos de “janela de implantação”. Em ciclos naturais ela está presente por volta do 19º dia e o seu fechamento no 21º dia. Sabemos que esse período de receptividade é diferente nos ciclos naturais dos ciclos induzidos.
Enviado por dinho em Wednesday, July 25 @ 23:00:38 BRT (12 ler)
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Terapêutica antimicrobiana durante a gestação
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Terapêutica antimicrobiana durante a gestação
Antimicrobial therapy during pregnancy

Fernando de Sá Del Fiol
Mestre e doutor em Farmacologia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Professor da Universidade de Sorocaba.
Marli Gerenutti Mestre e doutora em Toxicologia pela Universidade de São Paulo (USP). Pró-reitora de Pesquisa e Pós-
graduação da Universidade de Sorocaba.
Francisco Carlos Groppo
Professor livre-docente de Farmacologia, Anestesiologia e Terapêutica da Faculdade de Odontologia
da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Trabalho realizado na Universidade de Sorocaba
Rodovia Raposo Tavares, Km 92,5 - CEP 18023-000
Sorocaba - SP.

Endereço para correspondência:
Prof. dr. Fernando de Sá Del Fiol
Rua Eng. Urbano Pádua Araújo, 134, ap. 42
CEP 18520-000 - Cerquilho - SP
Fone: (015) 9723-9658
E-mail: fernando.fiol@uniso.br

Recebido para publicação em 08/2005.
Aceito em 01/2006.

© Copyright Moreira Jr. Editora.
Todos os direitos reservados.

Unitermos: gestação, antibióticos, segurança.
Unterms: pregnancy, antibiotics, safety.

Numeração de páginas na revista impressa: 111 à 119


Resumo

Como quaisquer pessoas, gestantes estão sujeitas às infecções. O correto tratamento dessas mulheres deve considerar, além da sensibilidade dos patógenos, o local da infecção, a farmacocinética do antibiótico, os possíveis efeitos colaterais no feto e no neonato. Ao prescrever nessa condição especial, o médico deve lembrar-se que estará prescrevendo para dois organismos distintos e o fármaco deve tratar a mãe sem afetar o feto. Os beta-lactâmicos têm uma longa história de uso sem efeitos significativos nos fetos e ainda são a escolha mais segura durante a gestação, embora o constante aumento no número de microrganismos multirresistentes tenha forçado os médicos a prescreverem diferentes antimicrobianos. Normalmente os dados a respeito da segurança de fármacos durante a gestação são muito limitados, causando dúvidas no momento da prescrição. Some-se a isso o fato de que muitos estudos sobre a segurança de antibióticos durante a gestação são inconclusivos ou demandam maiores evidências. O presente trabalho é uma ampla revisão a respeito do uso de antibióticos durante a gestação, sua farmacocinética e experiência clínica recente.

Enviado por dinho em Sunday, June 24 @ 21:30:35 BRT (82 ler)
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Percepções dos Profissionais de Saúde acerca da Aids na Velhice
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Percepções dos Profissionais de Saúde acerca da Aids na Velhice Health Professional Perceptions about Aids in Old Age

Isabel Cristina Vasconcelos de Oliveira ? Universidade Federal da Paraíba.
Profª Dra Ana Alayde Werba Saldanha ? Universidade Federal da Paraíba.
Ludgleydson Fernandes de Araújo 3 ? Universidade Federal da Piauí.

Correspondência para:

Isabel Cristina Vasconcelos de Oliveira

E-mail: isabel_cris@hotmail.com

Original em: Oliveira, I. C. V., Araújo, L. F. e Saldanha, A. A. W. (2006). Percepções dos Profissionais de Saúde acerca da Aids na Velhice. Jornal Brasileiro de Doenças Sexualmente Transmissíveis, 18(2), 143-147. ISSN: 0103-0465.

Resumo Introdução: O aumento progressivo no número de casos de HIV/AIDS no contexto da velhice traz a necessidade de estudos sobre as especificidades do atendimento a esta faixa etária. Objetivos: Analisar as percepções dos profissionais de saúde acerca da AIDS na velhice, visando identificar os aspectos que influenciam no atendimento aos pacientes idosos soropositivos para o HIV. Método: A amostra foi constituída por 20 profissionais de saúde de diversas especializações, que atendem pacientes idosos. Para coleta de dados utilizou-se entrevista semi-estruturada, composta, submetidas à análise de conteúdo temática. Resultados: Emergiram 5 categorias temáticas: Concepção da Aids; Fatores de Risco; Solicitação do Teste; Comunicação do Diagnóstico e Dificuldades no Atendimento. Verificou-se a associação das concepções da AIDS na velhice a temáticas negativas, como decepção e preconceito e, como via de infecção os procedimentos médicos, tais como transfusões de sangue, e práticas sexuais promíscuas. A solicitação do teste anti-HIV para idosos deve ocorrer somente mediante sintomatologia característica da doença, observando-se divergências quanto a forma da devolutiva do diagnóstico em caso positivo: se comunicação ao paciente ou a família. Relataram ainda não distinguir seus pacientes quanto a condição de soropositividade, não havendo, portanto, dificuldades particulares desta população. Conclusão: Evidenciam-se concepções associadas a estigmas e preconceitos, igualando o conhecimento científico ao senso comum, podendo interferir em suas práticas de atendimento. Todas estas questões remetem às bases do fenômeno AIDS, colocando a descoberto algumas contradições que determinam as principais dificuldades para o trato psicossocial do paciente, evidenciando que por mais que as equipes profissionais estejam instrumentalizadas técnica, teórica e tecnologicamente, sua compreensão do fenômeno se restringe ao seu corpo especializado e a ação se ressente na abordagem das necessidades emocionais do paciente.

Palavras-Chave: Aids; Idosos; Profissional de Saúde.

Enviado por dinho em Saturday, June 23 @ 21:30:35 BRT (300 ler)
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DA PREVENÇÃO DO ERRO MÉDICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE
Clippings DA PREVENÇÃO DO ERRO MÉDICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE

 

Autor: Neri Tadeu Camara Souza
Advogado e Médico

Qualquer um que tem vergonha do erro evitará identificá-lo e aceitá-lo, o que significa perder sua melhor oportunidade de se aperfeiçoar.

GOETHE

Tendo o erro médico repercussões jurídicas, com sanções pelos tribunais no terreno da responsabilidade civil, é necessário que as instituições de saúde façam um gerenciamento dos riscos que possam advir aos pacientes pela ocorrência de eventos adversos com danos a estes. E, o Direito, do latim dirigere (dirigir, ordenar, regular), com suas normas deve ser aquele que indica os caminhos jurídicos nestas instituições para minimizar, diminuir o máximo possível, já que eliminar completamente na prática não se afigura como viável, o aparecimento de danos em pacientes com suas evidentes repercussões legais e econômicas.

Portanto as instituições prestadoras de serviços de saúde, tanto públicas como privadas, necessitam estabelecer mecanismos de prevenção do erro médico. Esta prevenção passa pela  execução de um programa de gestão dos riscos e implica, segundo Francisco Miranda Suarez e May Chomali Garib (Gestão de risco no atendimento da saúde:

por uma cultura de qualidade baseada na segurança.

In: REVISTA DE DIREITO MÉDICO E DA SAÚDE.

APEDIMES ? Associação Pernambucana de Direito Médico e da Saúde.

 Recife: Editora Livro Rápido, ano II, nº7, setembro, 2006, p.113-126) na tomada de duas medidas em relação ao erro médico. A primeira se caracterizaria pela  Investigação e Análise da ocorrência de eventos adversos aos pacientes na instituição, e a segunda seria a Difusão e Formação, ou seja, a divulgação dos dados investigados e analisados, assim como a educação do ?staff? no que se refere às medidas de prevenção destes.


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Envelhecimento ovariano! - Número limitado de óvulos?
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O adiamento da gestação é uma importante mudança social que tem contribuído para um aumento na incidência de subfertilidade. Existe uma aparente discrepância entre a habilidade em manter um padrão de ciclo ovulatório regular e a cessação muitos anos antes da fertilidade feminina. Este último é largamente explicado pelo aumento relacionado à idade na não-disjunção meiótica acarretando aneuploidias cromossômicas e perdas gestacionais precoces, de tal forma que mulheres após os 42 anos, a maioria de seus embriões são cromossomicamente anormais e raramente progridem no desenvolvimento.

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AVANÇO NA INFERTILIDADE MASCULINA
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ANÁLISE DA FRAGMENTAÇÃO DO DNA

Há alguns anos tem se pesquisado sobre a fragmentação do DNA espermático, mas apenas recentemente estes estudos conseguiram ter aplicabilidade clínica na avaliação da infertilidade masculina.
Os resultados com o teste evidenciam que espermatozóides morfologicamente normais e móveis podem apresentar níveis altos de fragmentação do DNA. Indivíduos que apresentam o espermograma normal podem ser portadores dessa desordem.
A fragmentação do DNA pode resultar de múltiplos fatores como: dieta, uso de drogas, febre alta, temperatura testicular elevada, poluição, fumo e idade avançada. Com exceção da idade, a exposição a estes fatores pode ser transitória, podendo have uma melhora da fragmentação do DNA com o decorrer do tempo.
A qualidade do DNA prediz o sucesso da inseminação intra-uterina.
Um valor de Índice de Fragmentação de DNA (IFD) superior a 30% coloca o homem em um grupo que estatisticamente tem um tempo mais longo para estabelecer uma gestação normal, maior número de ciclos de Fertilização in vitro (FIV) e aumento do risco de abortamento. A fragmentação do DNA espermático diminui a taxa de gravidez em Técnicas de Reprodução Assistida.
É importante salientar que um valor de IFD acima de 30% não exclui a possibilidade de fertilização normal, desenvolvimento embrionário e ocorrência de gestação a termo normal.
Enviado por dinho em Thursday, April 26 @ 11:37:10 BRT (70 ler)
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Uso de Tecnologia em Reprodução Assistida em Casais Soro-discordantes para o Vír
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O vírus da imunodeficiência humana (HIV) infecta pessoas de todas as idades. O fato da maioria das pessoas infectadas (86%) estar em idade reprodutiva (15-44 anos), e ainda que o vírus é mais prevalente atualmente em casais heterosexuais, alguns destes casais necessitarão de assistência para terem seus filhos, com diminuição importante de infectar o parceiro e seus filhos. Uma meta-análise demonstrou que o uso da terapia anti-retroviral altamente eficaz, a não amamentação, associados ou não ao parto cesáreo eletivo, diminuem significativamente a transmissão vertical do vírus para o feto.

Diante disto a Sociedade Norte-Americana (ASRM) e Européia (ESHRE) de Medicina Reprodutiva fizeram colocações éticas que devem ser seguidas.

Mulher HIV +

Se a mulher é HIV +, a inseminação intra-uterina eliminaria o potencial de transmissão do vírus ao parceiro. Uma gestante sem tratamento anti-retroviral tem uma taxa de transmissão do vírus para seu feto de 20-25%. Se zidovudina (AZT) for utilizada pela gestante, a partir da 14a semana de gestação, bem como pelo recém-nascido até 6 meses, o risco de transmissão materno-fetal cai para 5-8%. Atualmente, recomenda-se o uso de 3 drogas anti-retrovirais pela gestante, o que permite que quase a totalidade delas atinjam carga viral indetectável, o que significa supressão viral máxima, reduzindo o risco de transmissão vertical para menos de 1%.
Enviado por dinho em Thursday, April 26 @ 11:34:27 BRT (30 ler)
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Bioética e Doação de Embriões
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O avanço científico que possibilitou a reprodução humana assistida, mais especificamente a fertilização in vitro, consolidou alguns de seus aspectos nestes últimos 25 anos, mas também causou polêmica e provocou dilemas éticos novos e ainda não resolvidos. É necessário destacar que 25 anos pode ser bastante na vida de uma pessoa, mas é pouco tempo para que novas e desafiantes realidades sejam adequadamente avaliadas, e que posições éticas a seu respeito sejam desenvolvidas e amplamente aceitas.

A bioética, como disciplina que surge exatamente para avaliar o impacto do avanço tecno-científico, particularmente no âmbito das biociências, sobre a vida humana, tem desenvolvido reflexões interessantes a respeito da reprodução assistida. A bioética não endossa uma única posição sobre temas polêmicos, por causa do necessário respeito à diversidade cultural e religiosa, mas promove o debate e a análise crítica das posturas assumidas.
Enviado por dinho em Thursday, April 26 @ 11:28:58 BRT (30 ler)
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: Imunologia
Clippings O que Imunologia tem a ver com Infertilidade?

O sistema imune é o principal mecanismo de defesa do nosso corpo contra agentes externos. Sendo assim, existem células especializadas do sistema imune que atacam agentes agressores, o que pode ocorrer tanto de forma direta, ou pela produção de substâncias, como os anticorpos e as citocinas, que são mediadores químicos fundamentais na organização e no equilíbrio de todo o processo de defesa.
Além de defender o corpo contra agentes externos infecciosos, tais como vírus e bactérias, o sistema imune tem uma importante função de vigilância em relação à presença de células estranhas. Estas células “estranhas”, reconhecidas como “não próprias” do nosso organismo podem ser tanto células de órgãos transplantados (daí o risco de rejeição e a necessidade de medicamentos imunossupressores em pessoas que recebem algum tipo de transplante) como células do nosso próprio corpo que sofrem modificações e podem originar um câncer.

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Visão atual do abuso sexual na infância e adolescência
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Current view of sexual abuse in childhood and adolescence
Luci Pfeiffer, Edila Pizzato Salvagni

Fonte:

J Pediatr (Rio J). 2005;81(5 Supl):S197-204

Introdução

Das estruturas familiares, segundo Lévi-Strauss, em Las estructuras elementales del parentesco (1), definem-se como relações de parentesco elementares a sangüínea, que acontece entre irmãos; a de filiação, entre pais e filhos; e a de aliança, como a dos genros, noras, padrastos e madrastas.

Segundo Freud, em Totem y Tabú (2), para as duas primeiras relações parentais, as normas legais de cuidados existem desde as mais remotas eras, antes mesmo das leis, onde dois princípios fundamentais sempre regeram a convivência entre as pessoas - a proibição do canibalismo e a proibição do incesto.

Enviado por dinho em Saturday, February 04 @ 15:35:04 BRST (30 ler)
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ESTIMATIVA DE CÂNCER PARA 2006 é DIVULGADA
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ESTIMATIVA DE CÂNCER PARA 2006 é DIVULGADA
FONTE: SOGIPA – ASSOCIAÇÃO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA DO PARANÁ

o Instituto Nacional de Câncer (I NCA) do Ministério da Saúde apresentou em novembro a Estimativa de Incidência por Câncer no Brasil para 2006. Segundo o INCA, deverão ocorrer mais de 472 mil casos novos, 234 mil entre os homens e 238 mil entre as mulheres. Os tumores mais incidentes na população brasileira serão os de pele não melanoma (116 mil), mama feminina (49 mil), próstata (47 mil), pulmão (27 mil) e cólon e reto (25 mil).
À exceção do câncer de pele não melanoma, os cinco tipos de tumores que mais acometerão os homens brasileiros estarão localizados na próstata (47 mil), no pulmão (18 mil), no estômago (15 mil) e no cólon e reto (11 mil). Para o sexo feminino, estima-se a ocorrência de 49 mil casos novos de câncer de mama, 19 mil de colo do útero, 14 mil de cólon e reto e nove mil de pulmão.

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Sobre diagnóstico da candidíase vaginal
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Sobre diagnóstico da candidíase vaginal


The diagnosis of vaginal candidiasis


Professor Doutor de Ginecologia do Departamento de Tocoginecologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
José Antonio Simões
Cidade Universitária Zeferino Vaz – Barão Geraldo – Caixa Postal 6181 – 13083-970 – Campinas-SP – (19) 3289-2856/3788-9306/3289-2440 - 3788-9306 (CAISM) – jsimoes@caism.unicamp.br
Rev Bras Ginecol Obstet. 2004;26(1):65-70.


A candidíase vaginal (CV) continua sendo extremamente comum, uma vez que quase todas as mulheres experimentam esse desagradável quadro genital pelo menos uma vez em algum momento de suas vidas. A grande maioria das cepas isoladas da vagina correspondem a espécies da C. albicans, estimando-se que a proporção de infecções por cepas não-albicans venha aumentando progressivamente nos últimos anos. Clinicamente ambas são indistinguíveis, causando sintomatologia muito semelhante. Todavia, tem sido relatado que a C. albicans está mais associada com os sintomas do que as cepas não-albicans, as quais geralmente são mais resistentes às terapias habituais.
Com o objetivo de avaliar a distribuição de espécies de leveduras isoladas da vagina e o perfil de susceptibilidade in vitro das mesmas aos antifúngicos habituais, Ferrazza et al.1 publicaram em número recente desta revista os resultados de estudo com 227 mulheres em duas localidades no sul do Brasil. A freqüência de cultura positiva foi de aproximadamente 24%, confirmando ser a C. albicans a mais prevalente. Entretanto, encontraram uma considerável diferença na proporção de cepas não-albicans, sendo muito mais freqüentes em uma das cidades e sugerindo diferenças regionais quanto à espécie isolada. Além disso, encontraram uma maior tendência de resistência à nistatina, sendo que praticamente metade das cepas apresentaram susceptibilidade dose-dependente (intermediária) a este anti-fúngico. A sugestão desses autores é de que seja realizada a determinação da espécie através de cultura e anti-fungigrama no manejo clínico da CV.

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ERRO MÉDICO E 2005
Clippings ERRO MÉDICO E 2005

Autor: Neri Tadeu Camara Souza
Advogado e Médico


Existem aspectos do tema erro médico que se pode destacar. Entre eles salientamos aqui alguns, cuja descrição permite traçar um quadro do erro médico no Brasil em 2005.

Para um entendimento correto do erro médico dentro do sistema jurídico brasileiro, cabe mencionar que na Responsabilidade Penal, competência da Justiça Criminal, o médico, quando lhe imputada uma conduta antijurídica nesta área, poderá estar sendo acusado de um crime. Esta acusação, se for o caso, será feita, até mesmo obrigatoriamente, pela sociedade, à qual interessa preservar este bem jurídico (exemplificando: a vida, a integridade física). O acusador, representando a sociedade, via de regra, será o Promotor de Justiça. Em caso de condenação o médico sofrerá uma pena que poderá ser privativa de liberdade – já existem penas alternativas à de privação da liberdade. Quando imputada ao médico uma conduta antijurídica no terreno do Direito Civil, é porque o médico com seu agir causou um prejuízo patrimonial ou extra-patrimonial à algum paciente, estaremos no terreno da Responsabilidade Civil. Opcionalmente – se assim julgar conveniente - o paciente processará na Justiça Civil o médico, através de um advogado, buscando impor ao profissional uma condenação pecuniária, ressarcindo-se do prejuízo que julgue ter sofrido. Se, porventura, a acusação ao médico for de uma infração ética nos encontramos no terreno da Responsabilidade Ética. A competência para decidir se houve realmente uma infração ética é dos Conselhos de Medicina. O paciente, através de um advogado, se assim julgar conveniente, ou o próprio Conselho de Medicina, ex officio, acusarão o médico. Este, se julgado culpado, sofrerá uma sanção com repercussão na sua atividade profissional, ou seja, advertência, suspensão, ou até mesmo proibição definitiva do exercício da Medicina.

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CLIPPINS DE ARTIGOS PUBLICADOS
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CLIPPINS DE ARTIGOS PUBLICADOS DO III SEMINÁRIO PARAIBANO DE PREVENÇÃO E MANEJO CLÍNICO DA TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E OUTRAS DST
Data De: 29/8/2005 a 31/8/2005
Local João Pessoa - PB

A Importância do Aconselhamento na captação do (a) parceiro

Aconselhamento pré e pós-teste anti aids

Assistência às DST em Unidades Básicas e de referência

Doenças Sexualmente Transmissíveis não virais

DST DE ETIOLOGIA VIRAL

DST IMPORTÂNCIA DO CONTROLE

DST DE ETIOLOGIA VIRAL

Sífilis

Abordagem sindrômica em DST

Aconselhamento em DST/HIV/Aids

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39º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica-Medicina Laboratorial
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CLIPPINS DE ARTIGOS PUBLICADOS DO 39º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

HIV em Populações Especiais: O Idoso
Keli Cardos de Melo

Novos marcadores diagnósticos e prognósticos do câncer da prostata
Adagmar Andriolo

Fisiologia do Envelhecimento
Omar Juluul HC - FMUSP

Espermograma e Banco de Sêmen
Vera Beatriz Fehér Brand

Marcadores laboratoriais nas síndromes coronarianas agudas: Albumina modificada pela isquemia
Dr. Rogério Rabelo

Avaliação crítica dos sistemas automatizados no diagnóstico das infecções por micobactérias
Antônia maria de Oliveira Machado
Diretora do laboratório Central HSP - UNIFESP

Diagnóstico Molecular em Virologia Clínica Infecções em imunossuprimidos
Dra. Clarisse M. Machado
Laboratório de Virologia

HIV em gestante: garantindo a acurácia diagnótica
Dra. Ester Sabino
Fundação Pró-Sangue / Hemocentro de São Paulo
Diagósticos da América

Hepatites Virais "A pespectiva do clínico"
Maria Ferraz


Diagnóstico Laboratorial na doença de Chagas
Silvana Maria Eloi Santos


HIV em recém nascidos
Flavia j. Almeida

Serviço de Infectologia Pediátrica da Santa Casa de São Paulo

Novos marcadores diagnósticos e prognósticos do câncer da prostata
Mônica Stiepcich
Anatomia Patológica
Fleury Centro de Medicina Diagóstica

Enviado por dinho em Saturday, January 14 @ 18:19:55 BRST (21 ler)
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Corretivos medicamentosos para a disfunção erétil
Congressos e Eventos

Corretivos medicamentosos para a disfunção erétil

(fisiologicamente, a questão é influxo e efluxo de sangue)

José Domingos Fontana

Normalmente quando o homem se excita ou é excitado sexualmente, o estímulo cerebral é endereçado às terminações nervosas e vasos da região genital promovendo um balanço antagônico entre as artérias que relaxam e se alargam permitindo então um afluxo maior de sangue ao pênis enquanto as veias se comprimem e reduzem o fluxo de escoamento de sangue do mesmo órgão. O resultado líquido é a ereção. Contrariamente, a impotência masculina ou disfunção erétil (DE) é a incapacidade do homem em conseguir ou manter uma ereção adequada para o ato sexual seja pelo desempenho menos satisfatório das artérias, das veias ou de ambas ou até mesmo pela refratariedade ao estímulo sexual. Por vezes a adoção de um artefato simples como o “anel tipo O-ring” propicia solução.

Enviado por dinho em Thursday, October 13 @ 15:34:59 BRT (30 ler)
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SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA
Congressos e Eventos

SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA
"Uso do Misoprostol em Ginecologia e Obstetrícia"
Dr. Jefferson Drezett, Dr. Anibal Faundes, Dra Gisele O’Dwyer e Dra Leila Adesse (2005)*
Fonte: Revista de Saúde Sexual e Reprodutiva - Edição Set/Out 2005
* Relatório Final do Consenso do Rio de Janeiro de junho de 2005

USO DO MISOPROSTOL EM GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
A obstetrícia e a ginecologia vivenciam a crescente utilização do misoprostol para
indução do parto a termo, para o abortamento retido e feto morto, e para outras
indicações, como o abortamento previsto em Lei e hemorragia pós-parto. A literatura
médica aponta questões referentes à dose, vias de utilização, indicações e contra
indicações. Embora grande conhecimento científico tenha sido acumulado nos últimos
anos, a saúde pública ainda assiste às graves complicações advindas do uso
inapropriado do misoprostol.

Enviado por dinho em Thursday, October 13 @ 15:19:08 BRT (60 ler)
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TERMINOLOGIA COLPOSCÓPICA
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TERMINOLOGIA COLPOSCÓPICA
.
Nossos agradecimentos a Dra. Maria de Fátima Silveira da Cunha Araújo

Presidente da SBPTGIC- PB pela valiosa colaboração.
Recomendações da Federação Internacional de Patologia Cervical e Colposcopia.

Uma terminologia deve descrever de um modo reprodutível todos os aspectos que um observador pode detectar. Ela deve padronizar e definir conceitos e ser um modo eficaz de comunicação entre os que a praticam de maneira a permitir empreender pesquisas, guiar o aprendizado e auxiliar na decisão diagnóstica e terapêutica.
O Comitê de Nomenclatura e a Federação Internacional de Patologia Cervical e Cosposcopia aprovou no 11° Congresso Mundial em Barcelona em 2002 uma terminologia colposcópica revisada recomendando que este formato atualizado seja usado imediatamente para diagnóstico clínico, tratamento e pesquisa em câncer cervical.
Federação Internacional de Patologia Cervical e Colposcopia
Classificação Colposcópica.

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DEPRESSÃO PÓS-PARTO, PSICOSE PÓS-PARTO E TRISTEZA MATERNA
Temas Variados



Vera Iaconelli
CRP 35751-1, Mestre em Psicologia pela USP, Psicanalista pelo Instituto Sedes Sapientiae, Professora do Instituto Brasileiro de Psicologia Biodinâmica, Coordenadora da Gerar_Escola de Pais

Rua Ferreira de Araújo, 221 cj 96
CEP 05428-000 Pinheiros
São Paulo - SP
Tel 30326905
e-mail: geraronline@uol.com.br

A Depressão Pós-Parto (DPP) é um quadro clínico severo e agudo que requer acompanhamento psicológico e psiquiátrico, pois devido à gravidade dos sintomas, há que se considerar o uso de medicação. Todo ciclo gravídico-puerperal é considerado período de risco para o psiquismo devido à intensidade da experiência vivida pela mulher. Esta experiência pode incidir sobre psiquismos mais ou menos estruturados. Mesmo mulheres com boa organização psíquica podem se ver frente a situações em que a rede social falha. A DPP acomete entre 10% e 20% das mulheres, podendo começar na primeira semana após o parto e perdurar até dois anos.
Há fatores de risco que vêm sendo estudados e demonstram uma alta correlação com a DPP. Entre eles temos: mulheres com sintomas depressivos durante ou antes da gestação, com histórico de transtornos afetivos, mulheres que sofrem de TPM, que passaram por problemas de infertilidade, que sofreram dificuldades na gestação, submetidas à cesariana, primigestas, vítimas de carência social, mães solteiras, mulheres que perderam pessoas importantes, que perderam um filho anterior, cujo bebê apresenta anomalias, que vivem em desarmonia conjugal, que se casaram em decorrência da gravidez.
A puérpera se beneficia de grupos terapêuticos onde possa compartilhar o seu sofrimento junto a outras mulheres em igual situação e sob orientação de um profissional. Também pode ser recomendado atendimento psicológico individual em casos cuja gravidade perturbaria o grupo ou que manifestem preferência por esta modalidade de atendimento. O acompanhamento psiquiátrico é indispensável.
Enviado por dinho em Tuesday, September 27 @ 16:54:42 BRT ( ler)
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Toxoplasmose na gestação
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Toxoplasmose na gestação

Alessandra Mendelski Pereira - Editora de Ginecologia e Obstetrícia do MedCenter

1. Introdução

A possibilidade de diagnóstico pré-natal das infecções congênitas trouxe uma melhora fundamental ao prognóstico da toxoplasmose com seu devido tratamento, assim como possibilitou uma melhor orientação e aconselhamento pré-natal às gestantes.

A toxoplasmose integra a rotina sorológica do pré-natal fazendo parte da clássica sigla TORCH (toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus e herpes) e é uma das poucas infecções que possibilita diagnóstico, prevenção e tratamento antenatal.

Enviado por dinho em Tuesday, June 28 @ 14:35:10 BRT (154 ler)
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Candíase Vulvo Vaginal Recorrente (CVVR)
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Candíase Vulvo Vaginal Recorrente (CVVR)

Dr. Cristiana Fonseca Beaumord

Conceito: Quatro ou mais recorrências por ano de vulvo vaginite por cândida

Fatores de risco para recorrência:

1 – Diabetes mellitus: pacientes com diabetes mal controlado , principalmente aquelas com nível de glicose entre 200 – 400 mg/dl , têm uma maior incidência de candidíase muco cutânea , mas poucas têm CVVR e entre as diagnosticadas como portadoras de CVVR , poucas são diabéticas .

2 – Imunodeficiência: pacientes HIV + têm maior predisposição à candidíase oral e esofageana , mas não têm uma frequência aumentada de candidíase vulvo vaginal sintomática , apesar de serem mais colonizadas .

3 – Fatores hormonais: os episódios de candidíase sintomática são mais frequentes em mulheres em idade reprodutiva , e a maior parte das recorrências ocorre em período pré menstrual ; a gravidez predispõe à candidíase sintomática ; o aumento de episódios de vaginite por cândida em usuárias de anticoncepcional hormonal está limitado àqueles de dose alta .

Enviado por dinho em Tuesday, June 28 @ 14:35:10 BRT (156 ler)
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