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Conseqüências Biopsicossociais da Aids na Qualidade de Vida de pessoas soroposit
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Conseqüências Biopsicossociais da Aids na Qualidade de Vida de pessoas soropositivas para o HIV.
Bio-psychosocial consequences of AIDS on the quality of life of HIV serum-positive persons.
MS. Alessandra Ramos Castanha1 – Universidade de São Paulo – Ribeirão Preto-SP
Dra. Maria da Penha de Lima Coutinho2– Universidade Federal da Paraíba
Dra. Ana Alayde Werba Saldanha3 – Universidade Federal da Paraíba
Josevânia da Silva Cruz de Oliveira4 – Universidade Federal da Paraíba
Endereço:
Alessandra Ramos Castanha
Rua Bernardo Gabriel, 88 - Apto.101- Imbiribeira
Recife-PE.
Cep: 51.170-380
Fone/Fax: (81) 3339-0974
e-mail: alecas@bol.com.br
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Enviado por dinho em Thursday, October 25 @ 21:30:35 BRST (43 ler)
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: RESPONSABILIDADE CIVIL DO MÉDICO PLANTONISTA E DO MÉDICO RESIDENTE
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Autor Neri Tadeu Camara Souza
Advogado e Médico
A atividade médico-hospitalar vem cada vez mais sendo alvo de postulações, em juízo, de indenizações por danos causados aos pacientes. Neste cenário das instituições de saúde duas categorias de profissionais da área médica desempenham, pela sua presença quotidiana nos hospitais, importância apreciável pela possibilidade de, com sua atuação em atos médicos, participarem dos atendimentos que venham a causar dano aos pacientes. São os médicos plantonistas e os médicos residente, entendidos estes, no escólio de Sílvia Waltrick Bernardi, como: “Médicos plantonistas: são médicos que tão somente trabalham em regimes de plantão de 12, 24 ou 48 horas no estabelecimento hospitalar, não compondo o Corpo Clínico do estabelecimento, muito menos fazendo parte das equipes médicas regulares.
Médicos residentes: São médicos recém-formados que estão em aprendizado de especialidade no atendimento hospitalar. Compõe as equipes médicas, mas têm necessariamente a orientação de um preceptor, podendo agir sem ele em casos em que for evidente a desnecessidade da presença daquele.” (RESPONSABILIDADE DA PESSOA JURÍDICA FRENTE AO ERRO MÉDICO. Obra disponibilizada na Internet por meio do Boletim Paulista de Direito, www.bpdir.com.br, em http:://usuarios.cmg.com.br/~bpdir/nartigo_61.htm, acesso em 15/12/2000).
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: As creches e pré-escolas e as doenças transmissíveis
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As creches e pré-escolas e as doenças transmissíveis As creches e pré-escolas e as doenças transmissíveis
doi:10.2223/JPED.1649
Maria M. M. NestiI; Moisés GoldbaumII
IMestre. Médica pediatra, Serviço de Epidemiologia Hospitalar, Núcleo de Informação em Saúde, Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), São Paulo, SP
IIDoutor. Professor, Departamento de Medicina Preventiva, Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo (USP), São Paulo, SP. Pesquisador 2, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
Correspondência
Resumo
OBJETIVO: Descrever o aumento do risco para aquisição de doenças infecciosas associado ao cuidado da criança fora do domicílio e a efetividade das medidas de controle para a prevenção da transmissão de doenças nas creches e pré-escolas.
FONTES DOS DADOS: Revisão das bases de dados MEDLINE, LILACS e Cochrane Library, através dos descritores creches, infecção, controle de infecção e doenças infecciosas, focalizada em estudos que comparam o risco de doença infecciosa em crianças cuidadas dentro e fora de casa, associam o risco às características do cuidado fora de casa e avaliam a efetividade de medidas de prevenção.
SÍNTESE DOS DADOS: As crianças cuidadas em creches ou pré-escolas apresentam risco de adquirir infecções aumentado em até duas a três vezes, com impacto na saúde individual e na disseminação das doenças à comunidade. O risco está associado, entre outros fatores, às características das creches, e medidas de prevenção simples são efetivas para diminuir a transmissão de doenças. Entre estas, recomenda-se: lavagem apropriada das mãos após exposição; utilização de precauções padrão; rotina padronizada para troca e descarte de fraldas usadas, localização e limpeza da área de troca, limpeza e desinfecção de áreas contaminadas; uso de lenços descartáveis para assoar o nariz; funcionários e área exclusivos para a manipulação de alimentos; notificação das doenças infecciosas; treinamento de funcionários e orientação dos pais.
CONCLUSÕES: Diante da utilização crescente de creches e pré-escolas e da associação com risco aumentado de adquirir infecções, medidas de controle são imprescindíveis para a prevenção e controle das doenças transmissíveis.
J Pediatr (Rio J). 2007;83(4):299-312: Creches, infecção, controle de infecção, doenças infecciosas.
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PAPEL DO EMBRIÃO NO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO
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As baixas taxas de implantação encontradas na literatura mundial podem ocorrer por vários fatores. Esses fatores que contribuem para que ocorra a gravidez podem ser agrupados em fatores dependentes do embrião, fatores uterinos e fatores dependentes da técnica de transferência embrionária.
Apesar das técnicas de reprodução assistida de alta complexidade estarem permitido o estudo das fases iniciais do desenvolvimento embrionário, o processo de implantação embrionária apresenta muitos pontos obscuros. Aumentar as taxas de implantação por embrião transferido tem sido sem dúvida, o maior desafio da Medicina Reprodutiva. Para que isso ocorra é necessário que haja uma boa qualidade embrionária (onde a melhor fase embrionária e classificação embrionária são muito importantes) e um bom preparo endometrial (receptividade uterina, controle com ultra-som e suporte da fase lútea).
O embrião é capaz de se fixar em diferentes locais de superfície e em variados ambientes, já o endométrio aparentemente é mais seletivo, permitindo a implantação somente dentro de um breve período de tempo, é o que chamamos de “janela de implantação”. Em ciclos naturais ela está presente por volta do 19º dia e o seu fechamento no 21º dia. Sabemos que esse período de receptividade é diferente nos ciclos naturais dos ciclos induzidos.
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Terapêutica antimicrobiana durante a gestação
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Terapêutica antimicrobiana durante a gestação
Antimicrobial therapy during pregnancy
Fernando de Sá Del Fiol
Mestre e doutor em Farmacologia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Professor da Universidade de Sorocaba.
Marli Gerenutti
Mestre e doutora em Toxicologia pela Universidade de São Paulo (USP). Pró-reitora de Pesquisa e Pós- graduação da Universidade de Sorocaba.
Francisco Carlos Groppo
Professor livre-docente de Farmacologia, Anestesiologia e Terapêutica da Faculdade de Odontologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Trabalho realizado na Universidade de Sorocaba
Rodovia Raposo Tavares, Km 92,5 - CEP 18023-000
Sorocaba - SP.
Endereço para correspondência:
Prof. dr. Fernando de Sá Del Fiol
Rua Eng. Urbano Pádua Araújo, 134, ap. 42
CEP 18520-000 - Cerquilho - SP
Fone: (015) 9723-9658
E-mail: fernando.fiol@uniso.br
Recebido para publicação em 08/2005.
Aceito em 01/2006.
© Copyright Moreira Jr. Editora.
Todos os direitos reservados.
Unitermos: gestação, antibióticos, segurança.
Unterms: pregnancy, antibiotics, safety.
Numeração de páginas na revista impressa: 111 à 119
Resumo
Como quaisquer pessoas, gestantes estão sujeitas às infecções. O correto tratamento dessas mulheres deve considerar, além da sensibilidade dos patógenos, o local da infecção, a farmacocinética do antibiótico, os possíveis efeitos colaterais no feto e no neonato. Ao prescrever nessa condição especial, o médico deve lembrar-se que estará prescrevendo para dois organismos distintos e o fármaco deve tratar a mãe sem afetar o feto. Os beta-lactâmicos têm uma longa história de uso sem efeitos significativos nos fetos e ainda são a escolha mais segura durante a gestação, embora o constante aumento no número de microrganismos multirresistentes tenha forçado os médicos a prescreverem diferentes antimicrobianos. Normalmente os dados a respeito da segurança de fármacos durante a gestação são muito limitados, causando dúvidas no momento da prescrição. Some-se a isso o fato de que muitos estudos sobre a segurança de antibióticos durante a gestação são inconclusivos ou demandam maiores evidências. O presente trabalho é uma ampla revisão a respeito do uso de antibióticos durante a gestação, sua farmacocinética e experiência clínica recente.
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Percepções dos Profissionais de Saúde acerca da Aids na Velhice
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Percepções dos Profissionais de Saúde acerca da Aids na Velhice
Health Professional Perceptions about Aids in Old Age
Isabel Cristina Vasconcelos de Oliveira ? Universidade Federal da Paraíba.
Profª Dra Ana Alayde Werba Saldanha ? Universidade Federal da Paraíba.
Ludgleydson Fernandes de Araújo 3 ? Universidade Federal da Piauí.
Correspondência para:
Isabel Cristina Vasconcelos de Oliveira
E-mail: isabel_cris@hotmail.com
Original em:
Oliveira, I. C. V., Araújo, L. F. e Saldanha, A. A. W. (2006). Percepções dos Profissionais de
Saúde acerca da Aids na Velhice. Jornal Brasileiro de Doenças Sexualmente Transmissíveis,
18(2), 143-147. ISSN: 0103-0465.
Resumo
Introdução: O aumento progressivo no número de casos de HIV/AIDS no contexto da velhice
traz a necessidade de estudos sobre as especificidades do atendimento a esta faixa etária.
Objetivos: Analisar as percepções dos profissionais de saúde acerca da AIDS na velhice,
visando identificar os aspectos que influenciam no atendimento aos pacientes idosos
soropositivos para o HIV. Método: A amostra foi constituída por 20 profissionais de saúde de
diversas especializações, que atendem pacientes idosos. Para coleta de dados utilizou-se
entrevista semi-estruturada, composta, submetidas à análise de conteúdo temática. Resultados:
Emergiram 5 categorias temáticas: Concepção da Aids; Fatores de Risco; Solicitação do Teste;
Comunicação do Diagnóstico e Dificuldades no Atendimento. Verificou-se a associação das
concepções da AIDS na velhice a temáticas negativas, como decepção e preconceito e, como
via de infecção os procedimentos médicos, tais como transfusões de sangue, e práticas sexuais
promíscuas. A solicitação do teste anti-HIV para idosos deve ocorrer somente mediante
sintomatologia característica da doença, observando-se divergências quanto a forma da
devolutiva do diagnóstico em caso positivo: se comunicação ao paciente ou a família.
Relataram ainda não distinguir seus pacientes quanto a condição de soropositividade, não
havendo, portanto, dificuldades particulares desta população. Conclusão: Evidenciam-se
concepções associadas a estigmas e preconceitos, igualando o conhecimento científico ao
senso comum, podendo interferir em suas práticas de atendimento. Todas estas questões
remetem às bases do fenômeno AIDS, colocando a descoberto algumas contradições que
determinam as principais dificuldades para o trato psicossocial do paciente, evidenciando que
por mais que as equipes profissionais estejam instrumentalizadas técnica, teórica e
tecnologicamente, sua compreensão do fenômeno se restringe ao seu corpo especializado e a
ação se ressente na abordagem das necessidades emocionais do paciente.
Palavras-Chave: Aids; Idosos; Profissional de Saúde.
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DA PREVENÇÃO DO ERRO MÉDICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE
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DA PREVENÇÃO DO ERRO MÉDICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE
Autor: Neri Tadeu Camara Souza
Advogado e Médico
Qualquer um que tem vergonha do erro evitará identificá-lo e aceitá-lo, o que
significa perder sua melhor oportunidade de se aperfeiçoar.
GOETHE
Tendo o erro médico repercussões jurídicas, com sanções pelos tribunais no terreno da
responsabilidade civil, é necessário que as instituições de saúde façam um gerenciamento dos
riscos que possam advir aos pacientes pela ocorrência de eventos adversos com danos a estes.
E, o Direito, do latim dirigere (dirigir, ordenar, regular), com suas normas deve ser
aquele que indica os caminhos jurídicos nestas instituições para minimizar, diminuir o máximo
possível, já que eliminar completamente na prática não se afigura como viável, o aparecimento de
danos em pacientes com suas evidentes repercussões legais e econômicas.
Portanto as instituições prestadoras de serviços de saúde, tanto públicas como privadas,
necessitam estabelecer mecanismos de prevenção do erro médico. Esta prevenção passa pela
execução de um programa de gestão dos riscos e implica, segundo Francisco Miranda Suarez e May
Chomali Garib (Gestão de risco no atendimento da saúde:
por uma cultura de qualidade baseada na segurança.
In: REVISTA DE DIREITO MÉDICO E DA SAÚDE.
APEDIMES ? Associação Pernambucana de Direito Médico e da Saúde.
Recife: Editora Livro Rápido, ano II, nº7, setembro, 2006, p.113-126) na tomada de duas
medidas em relação ao erro médico. A primeira se caracterizaria pela Investigação e Análise
da ocorrência de eventos adversos aos pacientes na instituição, e a segunda seria a Difusão e
Formação, ou seja, a divulgação dos dados investigados e analisados, assim como a educação do
?staff? no que se refere às medidas de prevenção destes.
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Envelhecimento ovariano! - Número limitado de óvulos?
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O adiamento da gestação é uma importante mudança social que tem contribuído para um aumento na incidência de subfertilidade. Existe uma aparente discrepância entre a habilidade em manter um padrão de ciclo ovulatório regular e a cessação muitos anos antes da fertilidade feminina. Este último é largamente explicado pelo aumento relacionado à idade na não-disjunção meiótica acarretando aneuploidias cromossômicas e perdas gestacionais precoces, de tal forma que mulheres após os 42 anos, a maioria de seus embriões são cromossomicamente anormais e raramente progridem no desenvolvimento.
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