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Sexta-feira, 28 de novembro de 2014
   
 
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Informações sobre TÉTANO ACIDENTAL Tire suas dúvidas
  • Aspectos Clínicos  e  Epidemiológicos
    Descrição - É uma toxinfecção grave causada pela toxina do bacilo tetânico,introduzido no organismo através de ferimentos ou lesões de pele. Clinicamente, otétano acidental se manifesta por: hipertonia mantida dos músculos masseteres(trismo e riso sardônico) e dos músculos do pescoço (rigidez de nuca), ocasionandodificuldade de deglutição (disfagia), que pode chegar à contratura musculargeneralizada (opistótono); rigidez muscular progressiva, atingindo os músculosreto-abdominais (abdome em tábua) e o diafragma, levando à insuficiênciarespiratória; e crises de contraturas geralmente desencadeadas por estímulosluminosos, sonoros ou manipulação do doente.Agente etiológico - Clostridium tetani, bacilo gram positivo, anaeróbioesporulado, produtor de várias exotoxinas, sendo a poderosa tetanopasmina aresponsável pelo quadro clínico.Reservatório - O bacilo se encontra no trato intestinal do homem e dos animais,solos agriculturados, pele e/ou qualquer instrumento pérfuro-cortante contendopoeira e/ou terra.Modo de transmissão - A transmissão ocorre pela introdução dos esporos emuma solução de continuidade (ferimento), geralmente do tipo perfurante,contaminado com terra, poeira, fezes de animais ou humanas. Queimaduraspodem ser a porta de entrada devido à desvitalização dos tecidos. A presença detecidos necrosados favorece o desenvolvimento do agente anaeróbico.Período de incubação - Varia de 2 a 21 dias, geralmente em torno de 10 dias.Quanto menor o tempo de incubação, maior a gravidade.Período de transmissibilidade - O tétano não é doença contagiosa, portantonão é transmitida diretamente de um indivíduo a outro.Complicações - Parada respiratória e/ou cardíaca, disfunção respiratória,infecções secundárias, diasautonomia; crise hipertensiva, taquicardia, fratura devértebras, hemorragia intracraniana, edema cerebral, flebite e embolia pulmonar.Diagnóstico - Clínico-epidemiológico, não dependendo de confirmaçãolaboratorial.Diagnóstico diferencial - Trismo e tetania por outras causas, raiva, histeria.Tratamento - Internamento em quarto silencioso e em penumbra, com reduçãomáxima dos estímulos auditivos, visuais, táteis e outros; sedativos(benzodiazepínicos) e miorrelaxantes; soro antitetânico (SAT) ou gamaglobulina(IGAT); antibioticoterapia; desbridamento e limpeza dos focos suspeitos; cuidadospara manutenção da via respiratória livres; vacinar sistematicamente o paciente na admissão no momento da alta hospitalar. Esquema terapêutico: uso de soroantitetânico após teste de sensibilidade, administrar 20.000UI, IM, distribuídos em2 massas musculares ou, IV, diluídos para 100ml de soro fisiológico, transfundirem 1 hora; usar gamaglobulina humana hiperimune antitetânica, IM (única viade administração), de 3.000 a 6.000UI, distribuídas em 2 ou mais massasmusculares. Antibioticoterapia: penicilina cristalina, 200.000UI/kg/dia, de 4 em4 horas, IV, (9 a 12 milhões de UI/dia), durante 10 dias. Nos casos de alergia àpenicilina, o cloranfenicol, 100mg/kg/dia, de 6 em 6 horas, IV, máximo de 4gramas ao dia. No momento da admissão hospitalar, deve ser aplicada a vacinatoxóide tetânica em massa muscular diferente do SAT. Manutenção das vias aéreasdevidamente desimpedidas. Lembrar que o paciente tetânico, particularmente nasformas mais graves, deve ser, de preferência, tratado em unidades de terapiaintensiva, sendo tomadas medidas terapêuticas que impeçam ou controlem ascomplicações (respiratórias, infecciosas, circulatórias, metabólicas), que comumentelevam o paciente ao óbito.

    Características epidemiológicas - A distribuição anual da doença nãoapresenta variação sazonal definida. Apesar da incidência universal, o tétano érelativamente mais comum em países subdesenvolvidos, com baixa coberturavacinal, ocorrendo indistintamente em área urbana e rural. Sua ocorrência estárelacionada com as atividades profissionais ou de lazer, mas pode afetar todos osindivíduos não vacinados.


  • Vigilância  Epidemiológica
    Objetivo - Diminuir a incidência da doença através da vacinação adequada dapopulação.Notificação - Doença de notificação compulsória.Definição de caso - Todo paciente que apresenta trismo e ou contraturasmusculares localizadas ou generalizadas, que não se justifiquem por outrasetiologias, deve ser suspeito de tétano, particularmente na ausência de históriavacinal adequada. A falta de ferimento sugestivo de porta de entrada não afastaa suspeita, pois nem sempre se detecta a porta de entrada do bacilo.Medidas de Controle - a) Vacinação: manutenção de níveis adequados decobertura vacinal da população e, especificamente, crianças e adultos da 3a idadee/ou pessoas portadoras de úlceras de pernas crônicas, mal perfurante plantardecorrente de hanseníase e os trabalhadores de risco, tais como agricultores eoperários da construção civil. Esquema vacinal de rotina: usar vacina DTP no 2o,4o e 6o meses, com reforço aos 15 meses e aos 10 anos. Posteriormente, os reforçosserão feitos a cada 10 anos com a vacina dT. b) Profilaxia: em relação à necessidadede imunização ativa e passiva, o quadro da página 188 resume os procedimentosrecomendados. Observações: São focos em potencial de contaminação pelo bacilo:

 
     
     
 
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